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Flores, balões, cartazes, perna de pau, sorrisos e batuques… foi um desfile, uma celebração de quem quer construir um país diferente. Um desfile que reivindicava liberdade para se expressar, para pensar diferente, para não estar de acordo com as regras. Meio hippie!? Talvez..  mas muitos de nós sabemos exatamente que não é só de paz e amor que faremos uma vida melhor. Paz sem voz é medo. Então o que queremos!?

O que não queremos é colaborar com a ordem que está (im)posta. Não queremos trabalhar e confiar. Trabalhamos sim, mas sem confiar em ninguém além de nós mesmos. Nós que fazemos esse Brasil com nossas mãos e nosso suor vamos também trabalhar para provocar rebeliões, para acordar multidões de indignados.

Reivindicamos liberdade para os que lutam. Liberdade para os sem terra, os estudantes, os sindicalistas que tem apanhado e/ou tem sido presos pelo braço repressor do Estado. O governo deve ser feito para e pelo povo, para isso é preciso ampliar as fronteiras da atual democracia. Porque os interesses dos opressores é que são defendidos por esse Estado (nada) democrático e de direito (dos ricos e poderosos).

Queremos uma educação de qualidade, gratuita e crítica que ensine os homens e mulheres entenderem a história e produzir conhecimento ligado as necessidades do nosso povo. Educação libertadora que contribua no processo de emancipação dos sujeitos e evolução do coletivo.

Marchamos… Para que meu corpo seja meu. Para que as mulheres não mais sejam oprimidas e violentadas. Para que todas as opções sexuais sejam aceitas e respeitadas.

Em sua maioria, somos jovens e por isso mesmo nos preocupamos ainda mais com a realidade social colocada. Muitos em processo de formação militante, comprometidos e dedicados nos sentimos responsáveis por transformar esse mundo velho.  Deixa desfilar a juventude que vem trazendo esperanças de um Brasil melhor.

“Com amor no coração
preparamos a invasão..”

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Contra o aumento da passagem de ônibus e pelo direito de manifestar… já são 6 meses de protestos e nas duas ultimas semanas grandes mobilizações.


Estava indo para o protesto do MPL tempos atrás e convenientemente no carro do Vitor começa tocar essa música.  Dias depois indo para uma aventura com amigos eis que surge desta vez a voz da Gal…  Tudo é perigoso Tudo é divino maravilhoso”

Depois disso, sabe a agonia de não conseguir lembrar o nome da música… mas finalmente está semana quando fomos a comunidade da Portelinha, indo mais uma vez a um protesto, Paulinha me tirou da agonia e… “Atenção para a estrofe e pro refrão Pro palavrão, para a palavra de ordem”

Ótima essa música! E como eu ando cansadinha.. de manhã bem cedo para me lembrar de que o mundo é grande e que é exatamente por isso que não há tempo de parar.. coloco o Ney para cantar:

“É preciso estar atento e forte
Não temos tempo de temer a morte”

Desejo pra vocês também muita força. Vamos mudar o mundo!  Fato!


Movimentos sociais, entidades sindicais e da sociedade civil realizam na amanhã, às 9h uma vigília no Palácio Anchieta – mesmo horário do pronunciamento do Conselho de Direitos Humanos do Espírito Santo no Conselho de Direitos Humanos na ONU, em Genebra. O pronunciamento do Conselho capixaba leva à ONU a violação dos direitos humanos no sistema prisional capixaba.
Com os temas: Contra a violação dos direitos humanos no sistema carcerário do ES, Pela liberdade de expressão e Contra a criminalização dos movimentos sociais e da pobreza, a vigília acompanha o pronunciamento que será feito por Bruno Alves, presidente do Conselho do ES, na ONU e vem protestar frente ao descaso com que os governos estadual e federal trataram a situação nos presídios do Estado – nos quais foram encontrados casos de tortura, assassinatos com toques de crueldade, mutilações e superlotação.
A vigília também protesta contra o silêncio dos grandes veículos de mídia em relação ao caso. Enquanto a crise se instaurava a nível internacional, os veículos de imprensa do estado se ausentaram da função de noticiar o ocorrido – inclusive na sexta-feira última, quando o Conselho de Direitos Humanos do ES divulgou informações quanto à visita a ONU. As primeiras palavras só vieram na terça-feira, após leitores perceberem a ausência da coluna de Élio Gaspari em A Tribuna, um ato de censura do jornal, pois se tratava de um texto que atacava fortemente Paulo Hartung e o descaso do estado quanto à questão.
A vigília conta com o apoio e a organização do Movimento Nacional de Direitos Humanos (MNDH), Centro de Defesa dos Direitos Humanos da Serra (CDDH), Sindijornalistas/ES, Sindicato dos Bancários (Seeb/ES), Intersindical, Fórum da Juventude Negra (Fejunes), Consulta Popular, Assembléia Popular, Diretório Central dos Estudantes da UFES (DCE), Grupo Olho da Rua, Contraponto, Centros Acadêmicos da UFES, PSOL/ES, Executiva Nacional dos Estudantes de Fisioterapia e da Comissão de Juventude da Igreja Presbiteriana Unida.

A semana passada começou com o Dia Internacional das Mulheres. E da Rússia por “Pão e Paz” aos EUA por melhores salários e redução da jornada… as mulheres não se afastaram da luta até os dias de hoje.

Lembram que eu os convidei?! Então.. A marcha foi muito boa e lindamente colorida pela diversidade e criatividade. Com a participação de diversos movimentos sociais, o movimento de mulheres parou o trânsito.

Estávamos na rua exigindo dos governantes políticas publicas eficientes para as mulheres. Declarando que não aceitamos a violência, a mercantilização do corpo da mulher, não aceitamos o racismo, a homofobia, nem a lesbofobia.. Não ao latifúndio e ao deserto verde, queremos reforma agrária para as mulheres do campo. Redução da jornada para as mulheres da cidade. Pela autonomia do corpo. “Educação pra previnir, Contraceptivos pra não abortar, Aborto pra não morrer”

A luta de mulheres não é para ser igual aos homens e sim para sermos  todos “socialmente iguais, humanamente diferentes e totalmente livres”.

Então… fotinhaaas! Dá uma olhada no banho de chuva no começo da marcha:

E depois rolou um solsão…

Lutamos pela transformação social. Sem feminismo não há socialismo!

A semana passada começou com o Dia Internacional das Mulheres. E da Rússia por “Pão e Paz” aos EUA por melhores salários e redução da jornada… as mulheres não se afastaram da luta até os dias de hoje.

Lembram que eu os convidei?! Então.. A marcha foi muito boa e lindamente colorida pela diversidade e criatividade. Com a participação de diversos movimentos sociais, o movimento de mulheres parou o transito.

Estávamos na rua exigindo dos governantes políticas publicas eficientes para as mulheres. Declarando que não aceitamos a violência, a mercantilização do corpo da mulher, não aceitamos o racismo, a homofobia, nem a lesbofobia.. Não ao latifúndio e ao deserto verde, queremos reforma agrária para as mulheres do campo. Redução da jornada para as mulheres da cidade. Pela autonomia do corpo. “Educação pra previnir, Contraceptivos pra não abortar, Aborto pra não morrer”

A luta de mulheres não é para ser igual aos homens e sim para sermos “socialmente iguais, humanamente diferentes e totalmente livres”.

Dá uma olhada no banho de chuva no começo da marcha:


Espero todos lá.. Vamos juntos exigir transporte de qualidade e gratuito. Movimentar-se direito de todos!

MPL