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Uma dor na nuca que tem origem nas milhões de explosões de um mundo feito de eventos incontroláveis. Como a passividade nunca foi uma característica minha, a intervenção está sempre a menos de um piscar de olhos.
Meus braços não deram conta, estiquei as mãozinhas e ainda assim… Que mundo grandão.
Surtei.
Mas no limite da razão o remédio é pensar em quem nos inspira.
De repente veio você e me envolveu num monte de esperanças, aconchegos e certezas. E agora, no limite ou não, ando persistindo todos os dias.

“Diz pra mim que vai e que volta mais…”


Escrevo sobre mim.

Até quando é sobre o outro

Torna-se o outro eu, meu, parte, todo.


A bastante tempo ando afastada do meu querido blog. Perdoe-me! É que as vezes a vida nem se quer pede licença e já vai te metendo em confusões.. No meu caso a vida de militante, estagiaria e estudante foi me levando..

Nos últimos tempos estava rolando eleições do DCE UFES e eu estava compondo a Chapa 4 – Façamos Nós por Nossas Mãos. Foi muito trabalho, mas foi bem bonito.. fomos a primeira chapa com 52% dos votos. Quer saber mais!? aqui tem todas as noticias.

Além de mil atividades do Movimento Estudantil  que depois tentarei postar aqui. No MAES entramos em período de pesquisa para a próxima exposição, to querendo postar aqui minhas avaliações sobre a pesquisa… o que vcs acham? (Estou adorando até agora, estamos pesquisando Nuno Ramos)

No mais.. quero tentar voltar pro blog, vamos ver…

Hoje tem show do Martinho da Vila lá na praia de Camburi “que a vida vai melhorar.. ” Quem sabe a chuva permita…


“…Eu ficava saltitando de lá pra cá

Ele sorria largo do tamanho do mundo”

Uma das nossas marcas é a despedida. Na minha memória vejo seus olhos, sua boca e ouço sua voz.. mas tudo ao redor parece parado, mudo. É sempre assim, me hipnotiza.

Havia pessoas gritando e tumulto, eu estava sentada e despretensiosamente te esperava. Você sentou ao meu lado e com o rosto bem próximo ao meu… me fez prometer que jamais perderia o brilho no olhar, a esperança e a vontade de mudar.

E agora quando penso no que você me diz e nas despedidas fico triste, pois não ando cumprindo minhas promessas. Já não sei se brilha o olhar, nem se eu conseguirei prosseguir… Mas obrigado por me animar e por favor continue segurando minha mão.


Eu vi o céu estrelado e vi a fumaça do meu cigarro não preencher os espaços vazios. A vontade de chorar só aumentou quando esticando a mão percebi que não havia nada em volta.  Sem drama, sem mimo.. está pesado demais fazer as escolhas que eu ando fazendo.

Estou muito cançada e essa tristeza já transborda…


Somos incompativeis!

Mas vai dar tudo certo, por mais que agora pareça trágico.

ouça!