Conheci Daniel, do Rio, do Acre, loiro, olhos multicoloridos, com seus trinta e poucos anos, arquivista, funcionário do MS, adorador da América Latina de suas músicas e cores, ele dança. Um amor de pessoa, feito de bom humor que despretensiosamente me inspirou, ensinou.

“E eeeu, parapapapa… Gostava tanto de você… parapapapa” Maldito despertador! Enquanto eu e meu mau humor matinal acordávamos, ouvi Daniel gargalhar e…

– Bom dia Tim Maia! Bom dia Midiã! Bom diiiia!

Sorri

– Bom dia Daniel!

Todo tempo sorria… e foi assim que resolvi caminhar como ele, leve. Juro que tento como meta, quase obsessão… viver para abraçar pessoas, perguntar como estão, aliviar a barra. Amo todos, conheço e recebo novos humanos. Vivo! Como quem inspira  profundamente antes de abrir os olhos e com gosto come mais um dia.

Caio Fernando e eu achamos mesmo “espantoso viver, acumular memórias, afetos”. Contagiaste-me, contagiarei…

Eis meu convite (e do Daniel)…  Ao acordar todos os dias sejamos sinceramente felizes.

Bom dia Tim Maia!

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